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Entre 30,0 e 39,9ObesidadeII
Maior que 40,0Obesidade GraveIII
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Obesidade e autoestima

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Obesidade e autoestima

Considerada hoje uma doença crônica, a obesidade é um problema grave de saúde que compromete o bem estar humano, afetando diversas áreas de seu organismo. Além de lutar contra todo tipo de exigência estética da sociedade, a pessoa obesa é vista pela sociedade como uma pessoa sem força de vontade ou desleixada, e assim acabam podendo sofrer de grandes problemas de autoestima tanto por sofrer dificuldades pessoais quanto pela pressão vinda do mundo exterior.

Inquestionavelmente mais do que afetar o físico, a obesidade também compromete o sistema emocional humano. Seja abalando sua autoestima e até mesmo levando pacientes de casos de obesidade à depressão profunda sobre sua própria dificuldade auto aceitação. Logo então, envolve o que aquele indivíduo gostaria de ser e o que pensa que é, a baixa autoestima é capaz de agravar ainda mais os problemas de pessoas na luta contra a obesidade, promovendo maiores dúvidas sobre si mesma e maior vergonha de sua situação.

Os problemas de autoestima e a obesidade muito das vezes andam juntos e estão associados! 

Estes dois problemas são interligados em relações mútuas: Enquanto a obesidade provoca baixa autoestima pela ofensa emocional que vive entre os sentimentos de um indivíduo obeso, a baixa autoestima estimula hábitos irregulares de alimentação e estilo de vida, que geram maior aumento de peso e contribuem com o agravamento de casos de obesidade. Essa relação é explicada pelo seguinte círculo vicioso: A frustração e ansiedade promovida pela baixa autoestima promove a vontade de comer, que por sua vez estimula o prazer imediato, seguido por culpa e remorso pelas falhas cometidas, capazes de chegar novamente ao sentimento de angústia que promove toda a ação logo de começo.

Como lidar com a obesidade e a autoestima:

Na luta contra a doença, o indivíduo precisa ser ainda mais forte e corajoso para mudar sua percepção sobre si mesmo e investir numa postura positiva, capaz de auxiliar no combate da doença e promover uma mudança real. Para deter a baixa autoestima, comece com a auto aceitação, compreendendo a razão de seus erros e dando novos significados a eles por meio da compreensão.

A partir disso, comece a respeitar a si mesmo, evitando ceder às condutas inadequadas e investindo em sua autovalorização. Você pode começar a promover melhorias em sua saúde e condição quando aceitar sua situação atual e lutar pela mudança, valorizando sua beleza natural, interior e confiando em si mesmo. 

A caminhada começa em você, então estime seu progresso e motive-se nesta batalha, mantenha-se positivo e determinado! Abaixo segue um depoimento pessoal de pessoas que lutaram contra tudo isso e provavelmente lutam todos os dias.

 

Débora Fernandes, 28 anos, estilista.

 “Sempre fui gordinha e muito vaidosa, nunca tive problema de autoestima. Ao mesmo tempo, sofria uma pressão grande para emagrecer por parte dos amigos e familiares. A falta de roupa do meu estilo no mercado também era motivo para eu querer perder peso. Então, com 15 anos, emagreci 20 quilos, mas voltei a engordar. Conforme fui amadurecendo, percebi que não precisava me enquadrar em um padrão de beleza, foi quando conheci a moda plus size e encontrei peças de roupa que me valorizavam. A moda e a autoestima andam juntas. Hoje, com exceção de calças de malha, que acho que marcam muito a silhueta, uso todo tipo de roupa. No dia a dia, não deixo de passar…”

Felipe Campus, 31 anos, modelo plus size.

“Você acredita que existem muitas pessoas que curtem gordinhos como eu? Descobri isso quando parei de ter preconceito comigo mesmo. A falta de aceitação não me deixava ver um mundo novo que estava na minha cara. Fiz muitas dietas quando era mais jovem, mas elas só davam certo por um determinado período. Depois, voltava a engordar. Algumas vezes, o dobro do que pesava. Foi libertador quando postei no Facebook fotos da minha primeira campanha como modelo plus size. Um monte de gente começou a me adicionar e a me mandar mensagens privadas, dizendo que eu era lindo. Hoje, sou um gordo convencido de que sou bonito. Pessoas maldosas sempre vão existir…”

 

Dr. Paulo Reis Esselin de Melo
CREMEGO – 9595
Especialista em Cirurgia Bariátrica .

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